Supergirl está prestes a chegar aos cinemas de todo o Brasil no dia 25 de junho. A Emerald Corp teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com a atriz Milly Alcock, a roteirista Ana Nogueira, o diretor Craig Gillespie e o chefe do DC Studios Peter Safran, onde eles falaram sobre o projeto e o que ele representa para o DCU.
Confira abaixo o que rolou na coletiva!
Você pode compartilhar um pouco sobre como foi para você vestir o traje pela primeira vez? O que você sentiu?
Milly: Vestir o traje pela primeira vez foi interessante porque isso aconteceu um ano antes de começarmos a filmar Supergirl, na verdade por causa de Superman. Lembro que coloquei o traje, fizemos uma tomada, e a Chantal, uma das nossas produtoras, estava chorando. Eu pensei: “Meu Deus, você está bem? O que está acontecendo?”
E ela disse: “Sim, estou bem. É que estou tentando fazer esse filme acontecer há cinco anos”.
Então foi nesse momento que eu realmente entendi a responsabilidade, sabe? Não apenas com os fãs, mas também com as pessoas que estão fazendo esse filme acontecer.
Craig, você passou tanto tempo fazendo esse filme. Como é estar tão perto de finalmente ver as pessoas assistindo e aproveitando o resultado?
Craig: É muito gratificante. É engraçado porque nós ficamos meio isolados, todos nós. Para mim já são quase dois anos, e passamos o último ano numa sala de edição e trabalhando nos efeitos visuais. Então, quando finalmente você pode mostrar o filme para as pessoas e ver aquela reação… É realmente algo que quase me faz chorar, ver que a história está se conectando com o público e que as pessoas estão respondendo à Supergirl que a Milly criou, e à personagem que a Ana escreveu tão lindamente no roteiro.
Foi uma aposta nossa construir uma personagem tão complexa, e ver as pessoas reagirem positivamente a isso tem sido incrível.
Ana, você tem raízes brasileiras e está de volta ao Brasil promovendo o filme. E você não é a única brasileira envolvida na história, de forma mais ampla, temos Bilquis Evely (ilustradora) e Matheus Lopes (colorista) em Woman of Tomorrow. Como é fazer parte de uma comunidade brasileira tão importante na criação desse filme incrível?
Ana: É muito legal, né? Mas é muito surreal também. Estou muito feliz de trabalhar com os brasileiros. Pra mim é como um sonho realizado, de verdade!
A gente também, isso talvez seja um pequeno segredo, um easter egg. Para homenagear a Bilquis, nós colocamos o nome dela no filme. Em Supergirl, eles visitam muitos planetas diferentes. Então, nós demos a alguns desses planetas nomes inspirados nela. É uma pequena homenagem a todo o trabalho maravilhoso que ela fez em Woman of Tomorrow.
Peter, por que vocês escolheram a Supergirl para este momento do DCU? Você pode explicar um pouco sobre essa escolha?
Peter: A Supergirl é uma personagem muito importante para a DC, e vocês já tiveram uma pequena amostra dela em Superman. Mas sabíamos que havia muito mais da sua história para contar.
Sabíamos das tragédias que ela viveu, dos traumas que carregou, e queríamos realmente mostrar sua jornada para encontrar o seu lugar no universo. E, ao longo de Supergirl, ela realmente encontra esse lugar.
Para mim e para o James (Gunn), tudo começa com o roteiro. Sempre dissemos que não faríamos um filme até termos um excelente roteiro em mãos. E a Ana entregou uma primeira versão absolutamente fantástica do roteiro. Quando lemos, pensamos: “Este será o nosso próximo filme”.
Conta um pouco pra gente sobre a relação da Kara com o Krypto, porque parece que essa é uma parte central da narrativa do filme.
Milly: Sim. Acho que, voltando à questão dos mundos e dos universos particulares em que todos nós vivemos, a relação da Kara com o Krypto é que ele é todo o mundo dela. De certa forma, ele representa quase um renascimento ligado à sua mãe no momento em que ela o encontra, algo que o público verá no filme.
Então, acho que ele representa muito mais do que apenas um animal. Ele carrega consigo todos os lugares por onde ela passou, todas as pessoas que conheceu e todas as lembranças da infância dela, até mesmo as comidas que ela costumava comer quando criança.
Como é a sensação de ter escolhido as pessoas certas para este projeto?
Peter: Sim, quer dizer, isso certamente nem sempre acontece, e esta é uma dessas ocasiões raras e especiais. James e eu sempre falamos que queremos trabalhar com voluntários, não com recrutados. Pessoas que realmente querem estar ali, que querem fazer parte do projeto e que estão animadas para realizá-lo. E todos eles, Jason, Milly, Craig e Ana, representam essa filosofia.
Sabe, o James sempre teve a Milly em mente desde o momento em que começamos a conversar sobre o projeto. Sempre foi ela, literalmente sempre foi a Milly. E ficamos muito felizes ao ver que ela também se conectou com o roteiro e sentiu que este era um projeto do qual queria fazer parte.
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Assista ao trailer:
