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    CRÍTICA – O Lobo Viking é um terror medíocre

    O Lobo Viking é uma obra norueguesa disponível no catálogo da Netflix e conta com a direção de Stig Svendsen.

    Sinopse

    Uma adolescente se muda com sua família para uma pequena cidade da Noruega e lá presencia um crime brutal.

    Após ser atacada nessa situação, ela começa a ter desejos bizarros e sede de sangue.

    Análise de O Lobo Viking

    O novo longa da Netflix é uma aposta segura e de baixo custo na mitologia nórdica, nos apresentando uma visão de uma das criaturas da fantasia mais usadas da cultura pop, mas que ficou em segundo plano nos últimos anos: o lobisomem.

    Digo de baixo custo, uma vez que os valores da produção ficam bem nítidos quando é utilizado CGI ou até mesmo maquiagem que são bem inferiores ao que estamos acostumados em filmes norte americanos de médio porte.

    O monstro é super artificial e não há nenhum trabalho com cenas práticas que envolvem o lobisomem. Quando há gore envolvido, também inexiste capricho nos efeitos, deixando tudo meio largado.

    Em relação a trama, ela é básica e até funciona aos iniciados no terror, uma vez que a investigação de como funciona a maldição é interessante e foge do comum por conta dessa diferenciação histórica dos países em relação ao monstro antagonista.

    As atuações são funcionais, não há nenhum destaque aqui e a direção também não é inspirada, assim como a fotografia. Nada aqui passa do medíocre, e quando digo medíocre, me refiro ao sentido literal da palavra mediano.

    Veredito

    Com uma produção básica e segura, mas que não sai do comum, O Lobo Viking chama a atenção pela peculiaridade cultural da lenda do lobisomem. Fora isso, é mais um filme para preencher o catálogo vasto da vermelhinha que tem muitas opções medianas como essa.

    Nossa nota

    2,5/5,0

    Confira o trailer:

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